Novas e inéditas formas nos aguardam
Para com elas cometermos
Os mesmos erros e mantermos a mesmíssima
incompreensão.
Após a ultima montanha
O mesmo perfil,idêntico, que se avizinha.
De novidade, apenas a obliteração,
que pouco a pouco se aproxima.
Haverá mesmo amanhãs?
Ou apenas um pálido, entrecortado e incompleto replay
dos mesmos erros
desde que germinamos.
Estamos livres para cair
ninguém cuidará nosso nariz arrebentado
ouviremos apenas resmungos
pelo fétido de nossas pústulas.
QUE TIRO FOI ESSE? Dalinha Catunda
Há uma semana
